28.10.05

bueno, que bueno...

y las ocho botellas de cerveja y el bobo de camarão y el licor de una cosa buena que no me acuerdo y la tortilla de batatas y los picos avinagrados y los postres de querer más y las risas que siempre estaban presentes y la noche que estaba bonita y la cara de espanto del nuestro amigo equatoriano y la cachaça y las malas lenguas y las notas y los trabajos y la vida que es más que todo esto y el sueño que me invade hoy y la casa para limpiar y los restos para guardar y la nevera para arrumar y los libros con polvo y el vinho do porto que quedó en su sitio y la visita de mi famelga que es ya mañana!

25.10.05

SOU

estou cansada de não o saber,

«porquê esconder uma verdade que sempre existiu?»

24.10.05

Foi um momento
Em que pousaste
Sobre o meu braço Num movimento Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão E a retiraste.
Senti ou não?
Fernando Pessoa

tu siempre lo haces...

[cuando las curvas y las rectas desaparecen, uno tiene que huir]

21.10.05

por onde? sempre em frente...

creta 2005

na cidade onde vive Polibio

«(...) mientras fingía protegerla, y contrale la verdad al oído, no te preocupes, no sufras, nada de esto existe, es sólo un decorado, el mundo es otra cosa (...).»

in, Almudena Grandes (2004) Te llamaré viernes, p.81

18.10.05

junto às garrajas, no bar do Polibio

«No hay otros mundos en ninguna parte. Este, sin ir más lejos, es sólo una ilusión de los sentidos.»
in Almudena Grandes (2004) Te llamaré viernes, p.48

17.10.05

isto é poesia!

[não te pedi autorização para publicar esta foto, mas...]
o que é inevitavel, acompanhar-nos-á eternamente
porque o sentirás mesmo que sem palavras...
[gracias]

Hay cosas en la vida de uno, que aparecen y desaparecen sin hacer aparecer lo que sea, por eso prefijó la resignación, la continua vivencia del momento antes de lanzar el grito que aún no me ha sufocado. Tal como acredito que el grande astro tiene dos facetas, también me acuesto con la esperanza que el sol que iluminará el mañana, no sea lo mismo que hay dejado de iluminar el día de hoy, antes de se poner… eso que alimenta las flores de mi balcón es el mismo que calienta tu sonrisa. A mi gran hermana

16.10.05

cá para nós... un fiasco!

Bienal de Valencia
"agua, sin ti no soy"

14.10.05

Cuando necesita de arreglo…

Finalmente chegou o grande dia! Há coisa de duas semanas, fui a uma oficina (só) de bicicletas, para tratar de solucionar um pequeno problema (andava sem travões de trás há mais de 10 meses!) no meio de transporte de duas rodas. Por grande surpresa minha, tive que marcar dia (tipo o que acontece com as revisões de carro). Até aqui normal. Ok, pensei: «os gajos até são organizados!» «¡Entonces, marcaremos esa cita!», he dicho! Com grande espanto meu, só consegui data, para duas semana depois.

[13 de Outubro: levar bici]
Tal como avisava a minha agenda, hoje às 11 horas estava na oficina e claro, como a coisa aqui não é fácil, só por volta das 20h é que pude voltar a pedalar. È complicado, é…

11.10.05

não quero causar danos psicológicos!

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Venho por este meio, apresentar o meu tão modesto pedido de desculpas a Vossa Excelência.
Tal como é possível observar,
o blog
está em plena mudança,
e como o jeito
para as informáticas não é nato,
está uma grande salgalhada...
pior,
é que eu não estou com paciência
(nenhuma)
para acabar de fazer as transformações que necessita...
e mais grave, é o ter mesmo de trabalhar.
Mas prometo tratar do sucedido, em tempo record!
Desde já agradeço a sua compreensão e prometo não desapontar o seu bom gosto!
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10.10.05

...

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Põe a tua mão Sobre o meu cabelo... Tudo é ilusão. Sonhar é sabê-lo.

Fernando Pessoa

a esto se llama fiesta!

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9.10.05

cinema em português

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Eu, porém, relembrava o meu susto à subita presença de alguém que agora sabia ser eu. (...) Diante de mim estava uma pessoa que me fitava com uma inteira individualidade que vivesse em mim e eu ignorava. Aproximei-me fascinado, olhei de perto. E vi, vi os olhos, a face desse alguém que me habitava, que me era e eu jamais imaginara. Pela primeira vez eu tinha o alarme dessa viva realidade que era eu, desse ser vivo que até então vivera comigo na absoluta indiferença de apenas ser e em que agora descobría qualquer coisa mais, que me excedia e me metia medo. Quantas vezes mais tarde eu repetiria a experiência no desejo de fixar essa aparição fulminante de mim a mim prório, essa entidade misteriosa que eu era e agora absolutamente se me anunciava.
Vergilio Ferreira (1994), Aparição, p. 70

em GRANDE II

8.10.05

Valencia, em GRANDE!

Santiago Calatrava
Cidade das Ciencias e das Artes
foi hoje a inauguração do edificio das artes (o + branco)!
venham ver! aproveitem e fazem-me uma visitinnha!

5.10.05

igualitas, igualitas!

cabras, cabritos e bodes 'cretinos'!
Creta, 2005

2. intuição

q
uieres ir al cine?

2.10.05

1. consciencia

porquê?