tine, jutine numa consciência inconsciênte depara e pára para pensar no que foi um pensamento perdido entre o correr das árvores que ficavam para lá da janela do transporte público, "as voltas que a vida dá..." perdida na ambiguidade das palavras fica perplexa ao perceber que também na vida dela se implantavam mudanças, felizes coincidências, sentimentos puros, viagem com bilhete de ida, percurso sem fim. sem agradecer a quem lhe preenche o corpo vive em profunda felicidade e mesmo em contradição agradece-lhe assim que se faz luminosa a noite. que a vida dá voltas, tine acredita hesitante nessa abstracção mas conclui o seu divagar quando sublinha que há voltas e voltas. as suas são grande e verdadeiramente maravilhosas.
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