uma aparição descontinua, mas ela anda por perto. nas ruas da tua cidade, apesar de gostar de passar despercebida. é feliz, jutine, ao começar o dia e ao desejar boa noite ao seu pedaço de si adormecido à distância. de cabelo nem curto nem comprido de cor incerta por questões de luz tine, para os amigos, sorri quando passas nesse modo de andar identificável entre a multidão do shopping. com saudades de dias de sol e este quente, veste-se a pensar que agrada no mundo do principado. de sono pesado mas sonhos impetuosos, tine partilha pouco de si mas sabe fazê-lo quando a meia luz está de mão dada e a abraçar a vida. não costuma fazer promessas mas corrige erros e consegue chegar ao ponto a que se propõe. jutine, acima de tudo confia na saudade que se revela crescente acelerada mas colorida! tine, jutine tem os pés assentes na terra mas a cabeça perdida no castelo!
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