8.3.10

pode-se falar de contas à vida. não conto os zeros, fico a contar as letras das palavras que necessitam ser repetidas para que de alguma forma se consiga chegar a uma aproximação possível do que é real mas impalpável. fico sem sono, ando a mil nas ideias e com as ideias. lembrei-me que pode ser um verniz escuro quase preto, seguramente gostas da ideia. porque também nas cores encaixam os olhares. de pés na terra mas de cabeça ai, lembro a força terna que me faz adormecer, do filme visto por partes em que as opiniões coincidem mesmo com tempos diferentes. na consulta pesaram-me mas acho impossível que o sonho não altere os números, que os movimentos constantes da imaginação e do desejo deixem marcar com firmeza a distância dos pés à cabeça. chegaram primeiro desse lado as manifestações configuradas nas letras, mas eu já trazia os mimos na ponta dos dedos para deixar a marca. sempre... no verbo estar, no mesmo sentido. podes ser mais, para a minha mãe parece que sim. um sonho grande ainda maior será, mas que já não tem um limite numa plausível descrição... porque é o nosso!

1 comentário:

a disse...

sonhar acordada;)